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10 de março de 2012

Crianças: Alimentação saudável


A alimentação de uma criança é de vital importância, já que este é um período crucial para as fundações dos seus hábitos nutricionais. À medida que crescem, as crianças ganham maior liberdade e começam a alimentar-se fora de casa...
Nós mamães nos preocupamos muito com isso e pesquisando na internet achei uma explicação sobre os nutrientes mais importantes para as crianças, deixo a dica do site www.alimentacaosaudavel.org.
Espero que gostem e deixem suas experiências nos comentários, as dicas do nosso cotidiano pode ajudar muitas mães na hora de ensinar os pequenos a se alimentar.

Janaina Lozano


Considerações Nutricionais

Comida e nutrientes são as matérias-primas que nos permitem formar os dentes, ossos, músculos e tecidos e mantê-los saudáveis. Uma boa deita alimentar também pode proteger de várias doenças.

A dieta de uma criança necessita de um planeamento especial - as necessidades de energia e nutrientes fundamentais são elevadas, mas o apetite é reduzido e os hábitos alimentares inconstantes. A alimentação das crianças deve ser constituída por refeições pequenas e frequentes, desde que ricas em nutrientes essenciais.

Os nutrientes particularmente importantes para crianças entre 1 e 4 anos são:

Ferro

A deficiência em ferro é bastante comum nesta faixa etária, já que os requerimentos em ferro são elevados, e a ingestão de alimentos reduzida, especialmente em peixe ou carne. Alimentos ricos em vitamina C, comidos em simultâneo, ajudam a absorção do ferro, por isso deve incluir um copo de sumo natural de laranja ao jantar, por exemplo.

Cálcio

Este mineral é vital para o crescimento de ossos e dentes, por isso é fundamental que a criança consuma leite e produtos derivados do leite em quantidade suficiente.

Vitaminas A, C e D

A vitamina A é necessária para uma pele saudável e desenvolvimento celular, podendo faltar muitas vezes na alimentação de crianças nestas faixas etárias.

A vitamina C é importante para o sistema imunitário e crescimento. Ajuda a absorção de ferro, em particular de fontes vegetais. As frutas e legumes são excelentes fontes de vitamina C.

A vitamina D é essencial para o metabolismo do cálcio e pode até ser sintetizada pela acção do sol através da pele. No Inverno, e se a sua criança está sempre coberta por roupas no exterior, assegure-se que inclui boas fontes de vitamina D, ou suplementos alimentares que contenham esta vitamina.

(fonte: www.alimentacaosaudavel.org)

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8 de janeiro de 2012

Cuidados com os baixinhos nos dias quentes

Pediatra dá dicas de como os pais podem proteger os pequenos no Verão



Os termômetros já começam a dar sinais do que vem por aí em termos de calor. Nos consultórios, os médicos já começam a receber dúvidas dos pais sobre as interferências do clima quente nos baixinhos e quais os cuidados que devem receber neste período, que inclusive, já convida para esticadas às praias e piscinas.
Para sanar essas dúvidas, o pediatra membro da Sociedade Brasileira de Pediatria dr. Sylvio Renan Monteiro de Barros destaca partes de um capitulo de seu livro ‘Seu bebê em perguntas e respostas’, com algumas dicas para as mamães e papais.
O médico, que atua na clínica MBA Pediatria, explica que os bebês podem ficar expostos ao sol a partir dos dois meses de idade, em horários de pouca insolação, ou seja, antes das 10h ou após das 17h. Próximo ao meio-dia ocorre um aumento das irradiações, tanto ultravioleta quanto infravermelha, que são danosos para a pele em geral, principalmente para a dos pequeninos. Em curto prazo, essas irradiações podem provocar lesões, inclusive cancerosas. “Aconselho, em regiões mais quentes e especialmente no alto verão, o uso de protetores solares para diminuir os efeitos nocivos dos raios que incidem nestes horários de pico. Os produtos devem ser os formulados especialmente para a pele do bebê”, relata.
O pediatra ainda ressalta que a exposição ao sol precisa ser gradativa, começando com um ou dois minutos ao sol, primeiro nas pernas e aumentando a área exposta e o tempo de permanência, até chegar ao corpo todo e aos quarenta minutos diários. O uso de chapéu também é indicado.
Respeitados todos os itens citados acima, a criança também está liberada para a praia a partir dos dois meses de idade. Porém, outros cuidados muito importantes são necessários, como evitar o contato com a areia e a água do mar, devido ao risco de contaminação. Sobre a piscina, para os menores, o médico indica as infláveis e rasas, sempre com supervisão de um adulto. Caso os pais frequentem parques ou clubes, é importante prestar atenção aos riscos de contaminação, especialmente nas crianças muito novas e sem a devida defesa imunológica.
Por último, dr. Sylvio ensina a evitar as famosas brotoejas típicas do calor, comum nos baixinhos, que ainda não possuem as glândulas sudoríparas totalmente desenvolvidas. “Apesar de não causar nenhum risco, as brotoejas causam incômodo, e para evitá-las é recomendado deixar as crianças com o mínimo de roupas em dias mais quentes e úmidos, assim como dar mais banhos mornos e aplicar loções hidratantes neutras”, esclarece.

Fonte: jornaldamulher.org

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